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De Olho No Livro - O Hobbit

O Hobbit

Autor: J. R. R. Tolkien 

Páginas: 304 (Capa Normal) - a capa ao lado com o pôster do 1º filme, Uma Jornada Inesperada
328 (Capa Dura)

Editora: Martins Fontes 
















Terminei de Ler: Psicose

Psicose
Autor: Robert Bloch
Páginas:  240
Capa Dura 
Dimensões do produto: 16 x 23 cm
Editora: DarkSide
Edição especial capa dura com caderno de fotos do clássico do Hitchcock. Uma verdadeira edição de colecionador, para quem gosta e entende do assunto. Psicose, o clássico de Robert Bloch, foi publicado originalmente em 1959, livremente inspirado no caso do assassino de Wisconsin, Ed Gein. 
O protagonista Norman Bates, assim como Gein, era um assassino solitário que vivia em uma localidade rural isolada, teve uma mãe dominadora, construiu um santuário para ela em um quarto e se vestia com roupas femininas. Em Psicose, sem edição no Brasil há 50 anos, Bloch antecipou e prenunciou a explosão do fenômeno serial killer do final dos anos 1980 e começo dos 1990. O livro, assim com o filme de Hitchcock, tornou-se um ícone do horror, inspirando um número sem fim de imitações inferiores, assim como a criação de Bloch, o esquizofrênico violento e travestido Bates, tornou-se um arquétipo do horror incorporado a cultura pop.

Terminei de Ler: Jane Eyre

Terminei de Ler Jane Eyre
Autor: Charlotte Brontë
Páginas: 780
Editora: Martin Claret
Jane Eyre, romance de estreia da consagrada e renomada escritora inglesa Charlotte Brontë, narra a história de vida da heroína homônima. Quebrando paradigmas e criticando a realidade vitoriana da época, Jane Eyre desafia o destino imposto às mulheres e as posições sociais que elas deveriam ocupar. Recheado de características góticas, o romance possui personagens inesquecíveis e transformadores, como a figura do misterioso Rochester, patrão de Jane e peça vital da narrativa.


Cuidado, a resenha pode conter alguns spoilers para quem não conhece a história nem por meio das adaptações mais recentes.

De Olho no Livro: O Cavaleiro dos Sete Reinos



De Olho no Livro: O Cavaleiro dos Sete Reinos

Autor: George R. R. Martin
Páginas: 326 (Capa Normal) 384 (Capa Dura)
Capa Dura e Capa Normal (a da foto ao lado)
Editora: Leya 


Duzentos anos após a Conquista, a dinastia Targaryen vive seu auge. Os Sete Reinos de Westeros atravessam um tempo de relativa paz, nos últimos anos do reinado do Bom Rei Daeron. É neste cenário que Dunk, um menino pobre da Baixada das Pulgas, tem uma chance única: deixar a vida miserável em Porto Real para se tornar escudeiro de um cavaleiro andante. Quando adulto, o cavaleiro morre e Dunk decide tomar seu lugar e fazer fama no torneio de Campina de Vaufreixo. É quando conhece Egg, um menino de dez anos, cabeça totalmente raspada, que é muito mais do que aparenta ser. Dunk aceita Egg como seu escudeiro e, juntos, viajam por Westeros em busca de trabalho e aventuras. Uma grande amizade nasce entre eles uma amizade pela vida toda, mesmo quando, anos mais tarde, os dois personagens assumem papéis centrais na estrutura de poder dos Sete Reinos.As aventuras de Dunk e Egg trazem para os fãs de As Crônicas de Gelo e Fogo a oportunidade única de vivenciar outro momento da história de Westeros, de conhecer e analisar fatos que teriam desdobramentos noventa anos depois, na guerra dos tronos.

De Olho no Livro: As Crônicas de Gelo e Fogo

As Crônicas de Gelo e Fogo
Autor: George R. R. Martin
Editora: Leya


Quantas edições de As Crônicas de Gelo e Fogo você já viu à venda? 3? 5? Muitas? Em minha opinião, esse é um dos livros (coleções) que mais se aproveitaram do sucesso da série para alavancar as vendas de livros nos últimos tempos. Prova disso são as inúmeras edições que a Editora Leya lançou consecutivamente a fim de atingir os fãs mais obcecados pela série. Em uma breve pesquisa no site da Editora (que diga-se de passagem, tem um problema nas pesquisas e exibição de resultados, ocultando muitos livros) verificamos que, até o momento, já foram lançados 5 boxes diferentes e outras 3 edições avulsas dos livros que compões As Crônicas de Gelo e Fogo. São tantas edições dos mesmos livros que fica até complicado de escolher na hora de comprar um, e é por isso que esse post é especial: vamos comparar as 3 edições dos livros que são vendidos avulsos (e não possuem preços absurdos). 

*Esse é o primeiro post de uma série especial, uma espécie de contagem regressiva para o retorno da série da HBO. Fiquem de olho e não percam os próximos posts relacionados à série ;)

Terminei de Ler: A Ilha do Tesouro

Terminei de Ler: A Ilha do Tesouro 
Autor: Robert Louis Stevenson
Páginas: 250
Editora: L&PM 
Stevenson concebeu A ilha do tesouro para o divertimento de seu enteado, Lloyd Osbourne, que tinha doze anos em 1881. Escrevendo a seu amigo W. H. Henley a respeito do novo livro, ele declarou que "se isto não encantar os garotos, ora, então eles mudaram muito desde que eu era criança". Uma história de piratas, com um mapa, um tesouro, um motim e um cozinheiro de bordo com uma perna só, A ilha do tesouro permanece uma das histórias de aventuras mais amadas da literatura.
Robert Louis Stevenson (1850-1894) é considerado um dos maiores escritores da literatura mundial. Inexcedível no gênero de romances de aventuras, é autor deste A ilha do tesouro (1883), sua primeira obra de ficção extensa. O reconhecimento que recebeu após a publicação deste livro cresceu com o lançamento de O estranho caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde (O médico e o monstro), de 1886.




Comparação - A Bela e a Fera: 1991 X 2017

O post de hoje não é exatamente sobre livros, mas quase. Trata-se de uma resenha/comparação entre o filme A Bela e a Fera de 1991 e o de 2017. 
Separei por tópicos e indiquei as principais semelhanças e diferenças entre as duas versões e ao final deixo minha opinião pessoal. Como todo mundo já conhece a história, não me preocupei em não dar spoilers, então, esteja avisado ;)

IMAGEM: O filme de 2017 é uma live-action, enquanto o de 1991 é apenas uma animação, ou seja, os efeitos especiais "contracenando" com atores de verdade torna tudo mais real. É como se estivéssemos vendo tudo acontecer bem na nossa frente.



Terminei de Ler: As Crônicas de Nárnia de C. S. Lewis

As Crônicas de Nárnia
Páginas: 752
Autores: C.S. Lewis
Editora: Martins Fontes

Viagens ao fim do mundo, criaturas fantásticas e batalhas épicas entre o bem e o mal - o que mais um leitor poderia querer de um livro? O livro que tem tudo isso é 'O leão, a feiticeira e o guarda-roupa', escrito em 1949 por Clive Staples Lewis. Mas Lewis não parou por aí. Seis outros livros vieram depois e, juntos, ficaram conhecidos como 'As crônicas de Nárnia'. Nos últimos cinquenta anos, 'As crônicas de Nárnia' transcenderam o gênero da fantasia para se tornar parte do cânone da literatura clássica. Cada um dos sete livros é uma obra-prima, atraindo o leitor para um mundo em que a magia encontra a realidade, e o resultado é um mundo ficcional que tem fascinado gerações... Enganosamente simples e direta, 'As Crônicas de Nárnia' continuam cativando os leitores com aventuras, personagens e fatos que falam a pessoas de todas as idades.


Comparativo de cores: Faber-Castell X Maped

Início de um novo ano, hora de fazer as compras de material escolar. 
Se você costuma usar lápis de cor, provavelmente alguma vez já deve ter precisado de alguma cor específica para o desenho que estava colorindo e não encontrou no estojo que tinha. Se isso acontece durante uma aula de artes/educação artística na escola/colégio, é fácil resolver: basta pedir emprestado o lápis para o colega ao seu lado. Mas se você costuma colorir em casa e não tem a quem recorrer, pode ser interessante saber quais cores é possível encontrar em cada estojo.
Para isso, fiz uma breve comparação entre duas das marcas de lápis mais fáceis de encontrar no comércio ultimamente e que estão disponíveis em caixas com 12, 24, 36 ou 48 cores: Maped e Faber-Castell.

Resenha dupla: Livro + filme sobre Stephen Hawking

A resenha de hoje é em dose dupla: sobre o livro Minha Breve História, de autoria de Stephen Hawking, e sobre o filme A Teoria de Tudo, baseado no livro homônimo.


Antes de tudo, cabe ressaltar que há também o livro A Teoria de Tudo (foto abaixo), escrito por JAne Hawking, que foi o que inspirou o filme, porém não o li ainda, e portanto não poderei dar minha opinião sobre a fidelidade livro x filme.


Não entrarei em detalhes sobre onde encontrar os livros, qual é a editora que publicou cada um, preços, qualidade, etc pois nenhuma das editoras é parceira deste blog, inclusive o livro que li foi emprestado. O mesmo vale para o filme, o qual assisti por um canal de TV paga.

Agora sim, devidamente explanadas as condições desta resenha, vamos ao que interessa. 

Ambas as obras tratam da vida e obra do físico teórico e cosmólogo Stephen Hawking, muito provavelmente o físico mais famoso ainda vivo, porém com enfoques totalmente diferentes. Enquanto o filme é um romance, mostrando com muita emoção as diversas fases da vida de Stephen, o livro possui uma visão muito mais objetiva e "sem emoção" por assim dizer, apenas relatando cada episódio pelo qual seu autor passou.
Minha motivação para ler o livro foi ter assistido ao filme, pois queria ter uma outra visão dos mesmos fatos (adoro poder fazer esse tipo de comparação). De outra forma, provavelmente teria desistido na metade do livro, pois a maior parte do texto trata sobre as descobertas científicas  que Stephen Hawking realizou ao longo da vida e que, para quem não possui muitos conhecimentos específicos da área da física, pode parecer meio confuso. Além disso, várias vezes tive a impressão que os fatos apresentados estavam fora da ordem cronológica. Aparentemente, enquanto escrevia Hawking se "empolgava" com algum personagem ou alguma lembrança e acabava fazendo uma descrição cronológica com aquele assunto ou personagem, para depois voltar à uma determinada época e seguir com a narrativa de sua vida. Confuso? É mais ou menos como se, contando sua vida acadêmica, Hawking decidisse relatar todos os outros estudos e descobertas realizados posteriormente em cooperação com algum de seus professores ou colegas, para depois retornar à época da faculdade e continuar o relato cronológico, até algum outro personagem ou tema tomar-lhe a atenção novamente. Tudo isso feito de forma extremamente objetiva, sem relatos emotivos mas cheios de "detalhes científicos" (ok, não são exatamente detalhes científicos, são mais explicações sobre as diversas descobertas e estudos realizados. Com bastante atenção é possível entender do que se trata, já que a linguagem empregada não é tão específica assim, mas requer um pouco de dedicação par acompanhar todas as explicações).
De forma oposta, o filme baseado no relato de Jane Hawking é muito mais emotivo, e acredito que o livro também deva ser assim. O filme enfoca todas as etapas da vida de Stephen Hawking após ele conhecer Jane Hawking (anteriormente Jane Wilde). Como ele enfrentou a descoberta da doença, e Jane e seus amigos o ajudaram. Como eles se casaram, o apoio que sempre recebeu de sua esposa para continuar a carreira acadêmica, a vida cotidiana familiar, brigas, filhos, e até a "insinuação" de possíveis traições. Digo "insinuações" pois nada disso é explícito no filme, fica apenas subentendido, mas o fato de que ambos acabaram se 'casando' com seus supostos amantes corrobora com esse entendimento. Durante o filme podemos ver quão dura foi a luta de Jane para manter o casamento, e mesmo depois da separação, a consideração que mantiveram um com o outro, por exemplo, quando foram convidados para conhecer a rainha Elizabeth II e, mesmo já separados, se apresentaram como uma família. Durante o filme há breves explicações das descobertas e estudos realizados por Stephen Hawking, mas ele foca mais no modo como ele fazia para escrever suas teorias e nas dificuldades que enfrentava do que nas explicações cientificas de cada uma.
De forma geral, posso dizer que filme e livro devem agradar a públicos distintos. A biografia de Hawking, escrita por ele próprio, foca nas descobertas cientificas e provavelmente terá mais chances de agradar a quem tiver conhecimentos específicos da área. Enquanto isso, o filme (e provavelmente o livro de mesmo nome) agradam a um público mais amplo, pois não se detém em tópicos de física ou cosmologia, dando maior enfase à vida pessoal, familiar e amorosa do cientista.


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