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De Volta para o Futuro: R$16,56

Gente, corre e aproveita que essa lindeza da Darkside está super barato hoje na Submarino, apenas R$16,56. Para comprar, é só clicar aqui


RESENHA: Ecogiz de cera Faber-Castell


Hoje falaremos sobre o Ecogiz de Cera da Faber Castell. Primeiramente, a apresentação do produto: São 6 Ecogizes de Cera = 12 cores, q nada mais são do que grandes "lápis" onde no lugar de grafite temos um giz de cera (óbvio). Possuem o mesmo tamanho (se não for igual, é extremamente parecido) dos Ecomarca-Textos Super Neon Faber Castell. 




Não sei se posso chamá-los de lápis de cera, se essa definição é exclusiva de algum produto ou não, mas enfim... esses lapizões possuem duas pontas com cores diferentes e aparentemente não seguiram nenhuma lógica na escolha de cada dupla de cores (cores complementares, ou uma cor quente e uma cor fria, sei lá). A caixinha com 6 Ecogizes e mais um apontador de tamanho apropriado custou R$6,99 (está até com a etiqueta, podem conferir).


As cores são bonitas e intensas, com exceção do vermelho que é meio apagadinho, quase um rosado. Os azuis e o verde claro são lindos e o verde "escuro" é aquele típico de giz de cera mesmo (pelo menos pra mim, toda caixa de giz de cera possui o mesmo tom de verde escuro rsrs). O Preto é bem preto e isso é bom, pois na maioria dos gizes, o preto é cinza rsrs.



A fixação é boa e ele não forma tantos pontos de acúmulo (crostas) de cera durante a aplicação quando o giz "normal" da mesma marca já resenhado aqui. Também não há o menor perigo de quebrá-lo enquanto utiliza, o que pra mim é uma benção (sim, eu assumo, eu já quebrei algumas cores do outro giz resenhado :,(... ). Ainda não possuo prática o suficiente para afirmar se ele é melhor para efeitos do que os outros que testei, mas pelo menos para o preenchimento completo de espaços, é muito mais fácil (e até mais limpo) do que utilizando o giz de cera normal.

Resenha: Eu Te Vejo


SINOPSE:
Apesar de apaixonada pela arte e pelas cores de Veneza, cidade onde vive, a jovem restauradora Elena Volpe tem seu coração como uma tela em branco, pois nunca viveu uma grande paixão. Com 29 anos, a protagonista de 'Eu Te Vejo' tem a sua vida transformada com a chegada de Leonardo Ferrante, um famoso chef de cozinha e o mais novo inquilino do palácio onde trabalha na restauração de um afresco. O encontro com Leonardo abala suas certezas, abrindo as portas de um paraíso inexplorado. O chef sabe que o prazer é uma conquista para todos os sentidos – tem uma forma, um odor, um sabor – e guiará Elena até os limites mais doces e extremos do sexo, mas sob uma condição: nunca deverá se apaixonar por ele. A jovem aceita a proposta e deixa-se seduzir por este homem de passado misterioso, que parece fugir de seu desejo de prendê-lo a ela para sempre. Em 'Eu Te Vejo', Irene Cao revela uma trama de escrita suave, como o pincelar cuidadoso de uma restauração, e saborosa, como a gastronomia italiana. Tendo como cenário a exuberante cidade de Veneza, o primeiro volume da primeira trilogia erótica italiana traz todos os sentidos envolvidos na paixão entre Elena, uma mulher que não conhece o amor, e Leonardo, um homem que só conheceu o lado mais obscuro desse sentimento.


MINHA OPINIÃO: 
Comprei esse livro em uma daquelas super-promoções da Submarino (ou seria da Americanas?) e, com o frete incluso, não chegou a custar 5 reais, então não considero que foi um grande desperdício - de tempo talvez, mas de dinheiro foi só um pequeno desperdício. É um livro da editora Suma de Letras, bem feito, tem orelhas nas capas, tamanho normal, não é edição econômica, a fonte é confortável para ler e não percebi muitos erros de tradução ou gramática, mas a história deixou a desejar.
A sinopse me chamou a atenção, tinha tudo para ser uma boa história: arte, culinária, uma bela cidade como cenário, e até q começou bem, estava sendo realmente agradável conhecer mais de veneza, imaginar um palácio com afrescos, as chuvas que inundam a cidade, etc, até chegar ao ponto em que Elena não consegue mais controlar sua mente e tudo que faz é pensando em Leonardo, quando basta ele assoviar e ela vai correndo feito um cachorrinho. Nesse ponto desandou tudo e só terminei de ler o livro por uma questão de honra, pois não gosto de deixar coisas sem terminar.
Podem me considerar incapaz de escrever uma resenha, ou pelo menos uma opinião não tão direta de um livro que não gostei, mas o fato é que não gostei e pronto. Não pelo fato de ser um romance erótico, pois já li vários livros desse estilo, mas pelo fato da protagonista ser mais uma daquelas mocinhas desmioladas que nem conhecem o cara e não podem mais viver sem ele. Sério, esse perfil me cansa, já deu o que tinha q dar, se é q algum dia teve pretensão de ser grande coisa. Simplesmente não é fácil pra mim aceitar o enredo "mocinha sem graça se apaixona pelo milionário bonitão que só quer brincar com ela, e de repente ele se apaixona por ela e vivem felizes para sempre". Não é exatamente isso que acontece nesse livro, pelo menos a parte do final, já que ele é o primeiro volume de uma trilogia e obviamente o final feliz está reservado para o ultimo volume apenas, mas em resumo é isso que acontece ou vai acontecer (não gosto de histórias sem final, então procurei spoilers sobre os outros livros para não ficar lendo a mesma coisa que não agrada).

RESENHA: Ecolápis de cor Aquarelável Mutante Faber-Castell

Hoje vou falar sobre os Ecolápis de cor Aquareláveis Mutantes da Faber-Castell, que resumindo, nada mais são do que lápis de cor que quando "aquarelados" soltam um pigmento de outra cor. 


Eles são encontrados em embalagens com 8 lápis de cor e um pincel, e comprei por 12 reais em uma papelaria aqui na minha cidade. O preço pode variar bastante em lojas  e vendedores online, então é bom ficar de olho e pesquisar antes de comprar, sempre.


Os lápis são redondos e possuem uma "arte" no corpo, com as cores que possuem: o fundo é a cor "natural" do lápis e os "riscos" é a cor que ele solta quando é aquarelado. São os lápis mais bonitos que possuo S2.


As cores são bonitas, e os lápis são bem pigmentados. A textura da minha é mais porosa (áspera) do que dos lápis normais da Faber-Castell, mas mais firme que a dos lápis aquareláveis. Se for usá-los sem quarelar, acredito que a cobertura não será tão uniforme quando a dos lápis normais. 


A gama de cores é interessante, mas não permitem que um desenho seja colorido apenas com esses lápis: falta, pelo menos, um amarelo, Temos apenas: Preto (que não é muito forte, é quase um cinza grafite), azul-esverdeado, marrom-avermelhado, verde-claro, azul, roxo-escuro, verde e vermelho.


Quando aquarelados, cada cor solta um pigmento diferente, mas que de certa forma, formam duplas: dois lápis aquarelam amarelos, dois verdes, dois azuis e dois vermelhos, então dá para usar a criatividade e aquarelar de dois em dois ou até mais, que a cor ainda fica ~decente~ e não aquele marrom de tudo misturado.


Vale falar também que a cor que o lápis "risca" permanece no papel depois de aquarelado, ele não dissolve totalmente como os lápis aquareláveis comuns. Na minha opinião, esse é um tipo de lápis para crianças brincarem ou mesmo para adultos se divertirem, testarem materiais diferentes, novas técnicas, e "ver o que vai sair" sem se preocupar com o resultado final, a menos que possua muito talento para usá-los de forma exemplar :P

RESENHA: Water Brush

Hoje vou falar sobre um produto relativamente novo, que provavelmente muita gente só ouviu falar agora com a febre dos livros de colorir: o pincel com reservatório (ou water brush ou aquash brush, etc). É um pincel onde vc coloca água no "corpo" dele para utilizá-lo.


Esse pincel é muito prático por não precisar de um copo com água do lado para molhar e enxaguar as cerdas enquanto vc o utiliza, a água do próprio reservatório já faz esse papel (e dura bastante), vc só precisa de um papel de rascunho na hora q for trocar de cor. Então, seja você uma pessoa desastrada, ou que tenha pouco espaço na mesa, ou até mesmo que não vai utilizá-lo sobre uma mesa, esse produto é uma mão na roda.


Gostei muito mais das cerdas desse pincel do que daqueles que normalmente vêm com os lápis de cor aquareláveis. Elas são mais firmes e vc tem um controle maior sobre o que está aquarelando, pelo menos eu acho. Ele vem com a ponta branquinha, mas conforme vc vai usando ele vai mudando de cor... mas não se preocupe pq mesmo com a ponta mais escurinha, se vc limpar bem antes de usar em outra cor, ele não vai manchar.


Só encontrei com um tamanho de ponta para comprar, mas pelo que pesquisei deve ter pelo menos uns 5 tamanhos diferentes, e no Brasil já vi anúncios diferenciando-os em pequeno, médio e grande. Não sei dizer que tamanho é esse meu, mas acredito q seria o médio. Se vc usá-lo mais de leve a ponta fica mais fina, se vc pressionar mais no papel ela se espalha e fica mais larga, cobrindo uma área maior do papel de uma vez.










Esse pincel é bem legal, cumpre bem o que promete (praticidade) e para trabalhos amadores é muito bom; Além de água já ouvi dizer que pode ser usado com nanquim ou outras tintas mais liquidas também, mas ainda não testei. Mas é importante prestar atenção ao preço dele: Já vi anúncios por mais de 30 reais cada, enquanto que eu comprei os meus 5 por apenas 2 dólares pelo Aliexpress. Isso mesmo: 5 Water brush por apenas 2 dólares e levou apenas 1 mês para chegar, então cuidado com preços abusivos, pesquisem bem antes de comprar pra não serem enganados.

RESENHA: Aquarela Tris

A resenha de hoje é sobre a aquarela. Vou falar sobre as duas que eu tenho, uma em pastilhas, seca, e outra q é como um gel. Ainda na linha das aquarelas escolares existe a aquarela liquida, q vem em bisnagas, mas ainda não encontrei para comprar aqui.

Primeiro, a aquarela seca: esta que eu tenho nem tem mais a marca, de tão velha que é... encontrei perdida aqui no meio das coisas, e acredito q tenha mais de 5 anos, pelo menos rsrsrs. 


 Apesar de velhinha, até que "funciona" razoavelmente. É um pouco mais difícil que pegar a cor no pincel do que a outra, mas com um pouco de paciência vc pega o jeito. Uma dica é depositar algumas gotas de agua em cima de cada pastilha antes de começar a pintura, assim a água já vai penetrando na pastilha de aquarela e na hora de usar fica um pouco mais fácil.


Depois, é só aquarelar o desenho da forma que vc quiser, só precisa tomar cuidado com o excesso de agua, pra não encharcar o papel e deixá-lo enrugado quando secar. As cores se misturam facilmente, porem se vc passar o pincel várias vezes no mesmo local, o papel pode começar a esfarelar tbm... Apesar disso, as cores são bonitas, apenas as cores claras (rosa e verde claro) que achei um pouco claro demais. O preto, apesar de não ser muuuito preto, até que quebra um galho e o azul e roxo são bem bonitos. 


A outra aquarela que tenho é da marca Tris, só que eu já perdi o papel da marca, pq ele ficava solto dentro do estojo e acabava incomodando. Essa paleta tbm tem 12 cores e pague algo em torno de 6 reais, mas tem algumas diferenças comparada com a aquarela seca que tenho: essa não possui azul claro, mas tem um amarelo meio dourado que acho lindo e super útil, e o rosa é bem mais forte.


 A textura dela me agrada bastante. É mais fácil de pegar a cor do que a seca, pq ela é em gel e assim se mistura mais facilmente com a água (não precisa ficar esfregando tanto o pincel na pastilha pra ela dissolver)

Ela é como um gel, mas bem firme: não escorre, pode até por o dedo em cima (se ela estiver seca) que não vai sujar, e sendo brilhante assim, fica super bonita no estojo. O único problema é que ela gasta bem mais rápido do que a de pastilhas secas. Usei o amarelo só para fazer um céu em um desenho, acho q não cobri nem a área de uma folha A4 no total, e já estou vendo o fundo da paleta nela :(


Outra vantagem dela é que achei q ela fica soltando menos pozinho na folha depois de seca do que a outra, e as cores ficam bem vivas... praticamente não há mudança de cor dela molhada pra quando seca, assim, dá pra ter ideia como ela vai ficar, mesmo antes de terminar de pintar :)



 Na foto acima, as cores ainda molhadas, e na foto de baixo, depois de secas. Dá pra perceber que não teve mudanças, né? Ainda quero experimentar a aquarela líquida, e quando conseguir, posto aqui!



Resenha: Giz Pastel Oleoso GabiGu

A resenha de hoje não é sobre lápis de cor, mas sim sobre o giz pastel oleoso GabiGu. 

Não confundam com o giz pastel seco, pois enquanto o seco é excelente para esfumaçar, o oleoso é mais para desenhar mesmo, esfumaçar dá um pouco de trabalho, mas não é impossível. O céu/fundo desse desenho eu fiz esfumando o giz pastel oleoso:



Esse foi o primeiro giz pastel que comprei e paguei baratinho entre 5 e 6 reais. Antes disso só conhecia o giz de cera, mas me encantei com o giz pastel... Não sei se é o fato de poder sobrepor as cores, ou se é porque as cores ficam super fortes, mas adorei, apesar de ter feito um pouco de sujeira enquanto eu usava  e praticamente ter acabado com o azul claro e o branco para fazer esse desenho de alpes:

Não posso dar uma opinião mais objetiva sobre essa marca de giz, pois foi o primeiro que comprei, não tenho com o que comparar, mas se fosse de comparar com o giz de cera normal que eu conhecia, o giz pastel ganha disparado, pois é muito mais macio, mais pigmentado e preenche melhor a folha, os únicos contras seriam a sujeira que faz e que se não souber usar (como eu não sei) pode gastar muito mais material do que o necessário rsrsrs.


RESENHA: Giz Pastel Seco Reeves

A resenha de hoje é sobre um produto que demorei para me decidir a comprar. Aí, depois que resolvi comprar, demorei para achar ele disponível em alguma loja que não fosse com preço absurdo. Quando finalmente achei, comprei e usei a primeira vez, me arrependi... de ter demorado tanto para comprar. Apresento-vos o famoso: Giz Pastel Seco.

É claro que eu adorando tanto assim ele tive logo que "fazer arte": quebrei 2 logo na primeira vez que estava testando e depois mais um, e depois mais um...rsrsrs atualmente tenho 4, dos 12, quebrados, mas algo me diz q esse numero vai aumentar logo. Decididamente posso qualificá-lo como frágil, pois eu nem cheguei a derrubar eles no chão, eles só caíram da minha mão na mesa, ou então quebraram enquanto eu passava o algodão, mas mesmo assim, mesmo sendo tão delicado não o amo menos por isso kkkk. Aliás, delicado só na resistência mesmo, pq na hora de usar faz uma sujeirada nada delicada... Explico: ele pode ser usado riscando diretamente no papel, como eu acho q os artistas usam para desenhar e pintar quadros, ou no caso dos livros de colorir, o meio que achei mais viável é esfregando um algodão no giz e em seguida passando no papel. O efeito obtido é um esfumaçado, ótimo para fazer fundos, céus, e quem sabe, preencher partes grandes do desenho.


Agora, vamos ao que eu comprei: como falei, demorei para decidir comprar e o único mais barato que achei foi essa da marca Reeves com 12 cores por 19 reais (comprei pela internet). "Diz a lenda" que tem uma loja chamada Daiso em SP e lá esse tipo de giz custava menos de 10 reais a caixinha com 18 cores, mas agora com essa febre dos livros de colorir, ninguém mais acha nesse preço.  
Sobre o giz pastel seco da Reeves: gostei das cores, mas senti falta de um cor de rosa e um verde escuro. Por outro lado esse roxo é lindo (percebo q ele já está bem mais gasto que os outros rsrs) e o azul escuro é perfeito para fazer o fundo de um céu a noite, pois é meio q um azul petróleo, meio cinzento, cor de noite, eu acho.


Só usei ele no livro Floresta Encantada por enquanto, e naquelas folhas ele fixa super bem, pq elas são mais porosas q um A4 comum. Nos testes que fiz em outras folhas percebi que as cores ficam fortes tbm, mas vc tem q apertar um pouco mais o algodão e aí pode ficar mais marcado dependendo do movimento que vc fizer para espalhar. De qualquer forme, nada que alguns testes e um pouco de prática não resolvam. Resumindo: ele é ótimo, fixa bem e as cores ficam fortes. O único ponto negativo é q faz sujeira na hora de usar, e ele pode transferir um pouco para a folha q ficar encostada nele com o livro fechado, mas nada que uma borracha de leve não resolva. Super recomendo!!!

RESENHA: Giz Pastel Oleoso Cray-Pas

Resenha de hoje: Giz pastel Oleoso Cray-Pas. Para falar a verdade, não sei usar o giz pastel oleoso :( minhas professoras de artes na escola nunca ensinaram/incentivaram a usar nenhum tipo de material além do lápis de cor, então só comecei a descobrir essas "coisas diferentes", como o giz pastel, agora com os livros de colorir. Mesmo assim, comprei e agora vou dizer o que achei.


O Giz pastel oleoso é muito diferente do pastel seco, mais próximo do giz de cera. Enquanto o pastel seco esfuma super bem, ótimo para fazer fundos, o giz oleoso não é tão bom assim de esfumar, apesar de ser possível. Essa é a segunda caixa de pastel oleoso que compro (a primeira eu praticamente acabei para desenhar uma paisagem só, em uma folha de A3). É da marca Cray-Pas (não me perguntem nada sobre ela, nunca tinha ouvido falar até comprar) e foi barato: cerca de R$7,50 com 16 cores. Comprei pela internet junto com o pastel seco, e caso eu tenha esquecido de falar no outro post, ambos chegaram super bem embalados e inteirinhos :)


Achei as cores super legais, adorei o rosa e o lilás, e achei q elas se harmonizam bem, me dá a impressão de que são todas mesma família, sei lá. Ainda não use eles para desenhar nem colorir nada, apenas estava testando e já percebi q são bem "maleáveis": podem seu usados para desenhar mesmo, como eu pretendo usar, mas tbm para esfumar, q as cores ficam bem bonitas. Acho até que mesmo riscando ele no papel, quando esfumar não vai ficar a marca, mas é sempre bom testar antes de usar em algum desenho. 


O único ponto negativo do giz pastel oleoso é justamente a oleosidade. Explico: se vc for usar apenas ele em um desenho isso não trará problema nenhum, porém, misturar ele com outros materiais pode ser um problema: testei usar esse giz com lápis de cor, fazendo um degradê e não deu certo: o lápis não deixar cor no papel onde o giz foi passado, ao contrário do giz pastel seco. Apesar disso, eu recomendo: é um material interessante de trabalhar e sobrepor as cores, e o efeito final dependendo de como vc usar, pode ficar parecido com uma pintura de óleo sobre tela. Acho ele mais legal para "brincar" e soltar a criatividade, do que para fazer algo "sério" e objetivo, mas isso, é claro, depende de cada um.


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